Conheça mais sobre o Fu_k the Zeitgeist e suas inspirações para "Carbon Based Forms"



O Fu_k the Zeitgeist está de volta à TMM para lançar seu novo trabalho, o álbum Carbon Based Forms, que já está em pré-venda e será lançado oficialmente no dia 14/05 em fita cassete pela Tudo Muda Music.



Confira abaixo o nosso bate-papo com o próprio Fu_k the Zeitgeist, onde conversamos sobre o projeto, as inspirações para este trabalho e muito mais!



Tudo Muda Music: Em poucas palavras, como você descreveria o som do Fu_k the Zeitgeist? Como surgiu esse projeto?

Fu_k the Zeitgeist: Eu acho que a descrição certa é "som de produtor". É um veículo onde eu exploro, sem limitações criativas de qualquer tipo, minhas habilidades de produção somando a elas minhas aspirações de compositor. É um som que une equipamento analógico "obsoleto" à tecnologia digital de ponta.


Tudo Muda Music: Quais são as suas principais influências musicais, pelo menos para este projeto?

Fu_k the Zeitgeist: A minha lista de influências é gigante, mas se foca no "Carbon Based Forms" acho que dá pra ouvir os ensinamentos que extraí de artistas como Tobacco, Nine Inch Nails, Tycho, Kraftwerk, Trentemøller, Gazelle Twin, Autolux, Orbital Patterns e Kevin Moore.


Tudo Muda Music: Para o "Carbon Based Forms" você utilizou algum equipamento que gostaria de destacar?

Fu_k the Zeitgeist: Acho que o que pintou de maior novidade é que finalizei o disco com o Cerondyn, compressor mid-side estéreo que comprei do Lisciel Franco.


Tudo Muda Music: Você coleciona discos em algum formato? Qual o seu jeito preferido de ouvir música?

Fu_k the Zeitgeist: Todos. Vinil, CD, fita, se tivesse cilindro de cera acho que ouvia também. Mas na maior parte do tempo escuto mp3 pela comodidade. Streaming quase nunca.


Tudo Muda Music: Conhece algum artista da Tudo Muda Music? Se sim, tem algum preferido?

Fu_k the Zeitgeist: Conheço poucos ainda, confesso que preciso ouvir mais. Transistorm, Vox Lugosi e Visiorama são os mais familiares. É um selo muito diverso, o que muitas vezes a gente não vê por aí e merece sempre ser celebrado.